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Terça-feira, 11 de Dezembro de 2007

Um dos vultos de Oliveira de Azeméis...

Ferreira de Castro


Fig.1 - Ferreira de Castro.


  José Maria Ferreira de Castro, (Ossela, Oliveira de Azeméis, 24 de Maio de 1898 - Roge, Vale de Cambra, 29 de Junho de 1974), escritor português, que aos 12 anos de idade imigrou para o Brasil, onde viria a publicar o seu primeiro romance Criminoso por ambição, em 1916. Durante 4 anos viveu no seringal Paraíso, em pleno sertão amazónico, junto à margem do rio Madeira. Depois de partir do seringal Paraíso, viveu na maior miséria, tendo de recorrer a trabalhos como, colar cartazes, embarcadiço em navios do Amazonas, etc.

  Mais tarde, em Portugal, foi redactor do jornal "O Século" e director do jornal "O Diabo".

  Emigrante, homem do jornalismo, mas sobretudo ficcionista, é hoje em dia, ainda, um dos autores com maior obra traduzida em todo o mundo, podendo-se incluir a sua obra na categoria de literatura universal moderna, percursora do neo-realismo, de escrita caracteristicamente identificada com a intervenção social e ideológica.
 

  A exemplo da sua ainda grande actualidade pode referir-se a recente adaptação ao cinema, com muito sucesso, da obra A Selva.


Fig.2 - Ferreira de Castro "A Selva".


                                 (To be continued...)

À beira de um ataque de criação.
publicado por abeiradeumataquedecriacao às 19:07
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"I have a dream that one day this nation will rise up and live out the true meaning of its creed: "We hold these truths to be self-evident: that all men are created equal." I have a dream that one day on the red hills of Georgia the sons of former slaves and the sons of former slave owners will be able to sit down together at a table of brotherhood. I have a dream that one day even the state of Mississippi, a desert state, sweltering with the heat of injustice and oppression, will be transformed into an oasis of freedom and justice. I have a dream that my four children will one day live in a nation where they will not be judged by the color of their skin but by the content of their character. I have a dream today. (...) Let freedom ring from every hill and every molehill of Mississippi. From every mountainside, let freedom ring. " MLK
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